quarta-feira, 13 de julho de 2011

My name is khan Um filme a ver




Rizwan Khan (Tanay Chheda) é uma criança muçulmana que cresceu com o seu irmão Zakir e a sua mãe (Zarina Wahab) inseridos na classe média em Borivali segmento de Mumbai. Rizwan é diferente das outras crianças e ninguém, tal como a sua mãe, percebe porquê. Apesar disso ele tem dotes especiais, particularmente uma habilidade para reparar qualquer máquina avariada. As suas diferenças levam-no a ter educação especial numa escola para o efeito e atenção especial por parte da mãe. Esta atenção, faz com que ele venha a ser alvo de inveja por parte do irmão. Zakir, que deixa os seus familiars para viver nos Estados Unidos. Apesar deste ressentimento, quando adulto Zakir (Jimmy Shergill) ajuda Rizwan (Shahrukh Khan) a ir e viver com ele em S Francisco. É nesta altura que a mulher de Zakir’s psicóloga, Haseena diagnostica Rizwan como tendo síndrome de Asperger uma desordem que pode tornar difíceis as interacções sociais. Rizwan começa a trabalhar para Zakir como vendedor e nesse processo conhece uma mulher hindu, Mandira e o seu filho, Sameer or Sam (Yuvaan Makaar), dum casamento anterior. Apesar da hostilidade de  Zakir ao par, eles casam e ficam a viver na cidade ficcional de  Banville,Decidem adoptar todos o sobrenome Khan. Ficam a viver perto e uma família de que se tornam amigos.. Sam torna-se o melhor amigo do filho mais novo do casal, Reese (Kenton Duty and Michael Arnold e Mark (Dominic Renda, jornalista e Sarah (Katie A. Keane) se torna amiga de Mandira. A perfeita existência dos Khan´s desfaz-se com os acontecimentos do 11 de Setembro nas Torres gémeas em Nova Iorque. Mark vai cobrir a Guerra no Afganistão e more lá. Nesse preciso momento os familiars de Khan começam a confrontar-se com preconceitos que advém do 11 de Setembro na sua comunidade e Reese também o faz com Sam. Uma tarde uma discussão entre eles transforma-se numa discussão multirracial metendo também estudantes mais velhos. Reese tenta parar a luta mas é agarrado, Sam é agredido de tal forma que more.. Mandira muito magoada culpa Rizvan pela sua morte dizendo que  Sam "morreu porque o seu sobrenome era khan." Diz então a Rizwan que não o quer mais na sua vida. Quando ele lhe pergunta o  que tem de fazer para ser parte da vida dela, ela diz-lhe que ele tem de dizer aos homens e mulheres dos Estados Unidos e até ao Presidente  que o sobrenome Khan não é o nome de um terrorista.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mito e realidade

O Mito: os autistas têm mundo próprio.
A Verdade: os autistas têm dificuldades de comunicação, mas mundo próprio de jeito nenhum. O duro é que se comunicar é difícil para eles, nós não entendemos, acaba nossa paciência e os conflitos vêm. Ensiná-los a se comunicar pode ser difícil, mas acaba com estes conflitos.

O Mito: Os autistas são super inteligentes.

A Verdade: assim como as pessoas normais, os autistas tem variações de inteligência se comparados um ao outro.


O Mito: os autistas não gostam de carinho.

A Verdade: todos gostam de carinho, com os autistas não é diferente. Acontece que alguns têm dificuldades com relação a sensação táctil, podem sentir-se sufocados com um abraço por exemplo. Neste caso deve-se ir aos poucos, querer um abraço eles querem, a questão é entender as sensações. Procure avisar antes que vai abraça-lo, prepare-o primeiro por assim dizer. Com o tempo esta fase será dispensada. O carinho faz bem para eles como faz para nós.


O Mito: Os autistas gostam de ficar sozinhos.

A Verdade: os autistas gostam de estar com os outros, principalmente se sentir-se bem com as pessoas, mesmo que não participem, gostam de estar perto dos outros. Podem as vezes estranhar quando o barulho for excessivo, ou gritar em sinal de satisfação, quando seus gritos não são compreendidos, muitas vezes pensamos que não estão gostando. Tente interpretar seus gritos.


O Mito: Eles são assim por causa da mãe ou porque não são amados.

A Verdade: o autismo é um distúrbio neurológico, pode acontecer em qualquer família, religião etc. A maior parte das famílias em todo o mundo tendem a mimá-los e superprotegê-los, são muito amados, a teoria da mãe geladeira foi criada por ignorância, no início do século passado e foi por terra pouco tempo depois. É um absurdo sem nexo.


O Mito: os autistas não gostam das pessoas.

A Verdade: os autistas amam sim, só que nem sempre sabem demonstrar isto. Os problemas e dificuldades de comunicação deles os impedem de ser tão carinhosos ou expressivos, mas acredite que mesmo quietinho, no canto deles, eles amam sim, sentem sim, até mais que os outros.


O Mito: os autistas não entendem nada do que está acontecendo.

A Verdade: os autistas podem estar entendendo sim, nossa medida de entendimento se dá pela fala, logo se a pessoa não fala, acreditamos não estar entendendo, mas assim como qualquer criança que achamos não estar prestando atenção, não estar entendendo, de repente a criança vem com uma tirada qualquer e vemos que ela não perdeu nada do que se falou, o autista só tem a desvantagem de não poder falar. Pense bem antes de falar algo perto deles.

O Mito: O certo é interná-lo, afinal numa instituição saberão como cuidá-lo.

A Verdade: Toda a criança precisa do amor de sua família, a instituição pode ter terapeutas, médicos, mas o autista precisa de mais do que isto, precisa de amor, de todo o amor que uma família pode dar, as terapias fazem parte, uma mãe, um pai ou alguém levá-lo e trazê-lo também.


O Mito: Ele grita, esperneia porque é mal-educado.

A Verdade: o autista não sabe se comunicar, tem medos, tem dificuldades com o novo, prefere a segurança da rotina, então um caminho novo, a saída de um brinquedo leva-os a tentar uma desesperada comunicação, e usam a que sabem melhor, gritar e espernear. Nós sabemos que isto não é certo, mas nos irritamos, nos preocupamos com olhares dos outros, as vezes até ouvimos aqueles que dizem que a criança precisa apanhar, mas nada disto é necessário, se desse certo bater, todo o burro viraria doutor! Esta fase de gritar e espernear passa, é duro, mas passa. Mesmo que pareça que ele não entenda, diga antes de sair que vai por ali, por aqui etc. e seja firme em suas decisões. Não ligue para os olhares dos outros, você tem mais o que fazer. Não bata na criança, isto não ajudará em nada, nem a você e nem a ele. Diga com firmeza que precisa ir embora por exemplo, e mantenha-se firme por fora, por mais difícil que seja. Esta fase passa, eles precisarão ser a firmeza do outro.

fonte: http://corautista.org)




Conferência (GRATUITA) PORTO com RAUN KAUFMAN- SON RISE




Conferência (GRATUITA) PORTO com RAUN KAUFMAN- SON RISE
Segunda feira 4 de Julho de 2010 · 19:00 - 22:00

Local:
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Criado por Vencer Autismo

Mais informação:

Raun Kaufman - a primeira criança autista recuperada com o método SON- RISE, estará em Portugal para uma serie de conferências onde ira partilhar a sua história, falar sobre o método SON-RISE e dar algumas técnicas para trabalhar com crianças autistas. Serão 2h e 30 minutos de intensa partilha de informação, onde haverá também tempo para Perguntas e Respostas! Assim, convidamos todos aqueles que estejam interessados em saber um pouco mais sobre o método SON-RISE e a história de Raun Kaufman para dia 4 de Julho, no Grande Auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto - a se juntarem a nos nesta fantástica experiência.

Sessão ÚNICA ás 19H.
Agradecemos comparencia no local com pelo menos 15min de antecedência.

Os lugares são LIMITADOS pelo que solicitamos um pre-registo.

Para reservar enviem um email para: registo@vencerautismo.org

Com,
Assunto: inscrição conferência PORTO
indicando por cada participante,
Nome-
Email-
Contacto-
Tradução simultânea- ( sim ou não *)

A conferência será GRATUITA

*No caso de necessitar de tradução simultânea terá um custo de 5 € por pessoa.

Todos diferentes ,Todos iguais

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Universidade do Porto desenvolve novo método para ajudar crianças autista


Uma equipa de investigadores da Universidade do Porto está a desenvolver um novo método para ajudar as crianças autistas a desenvolver e manifestar emoções. Trata-se de um jogo de computador que pode facilitar a relação destas crianças com quem as rodeia. O autismo é uma disfunção que afecta precisamente a capacidade de relacionamento e deixa os doentes praticamente isolados do mundo.