quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Jornadas "Perturbações do Espetro do Autismo: Uma perspetiva longitudinal"
A APPDA Coimbra (Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra) vem, por este meio, convidar-vos a participar nas Jornadas "Perturbações do Espetro do Autismo: Uma perspetiva longitudinal".
· 12 de Outubro de 2013
· Auditório do Hospital Pediátrico de Coimbra
Inscreva-se já, em,comunicacao.appdac@gmail.com. ou por aqui
A salinha das terapias
Este ano lavámos a cara da nossa sala das terapias. Arranjámos material novo que fomos reciclando e procurando a pouco e pouco de acordo com as necessidades dos nossos alunos. Pedimos ainda a colaboração de algumas entidades oficiais. Dessas ainda aguardamos resposta.
Mas as paredes precisavam de cor e tratamento. Pedimos a um amigo pintor que nos arranjasse tinta. Nem regateámos a cor. Tivemos sorte. Um azul céu.
A Junta de freguesia deu-nos a mão de obra. E a sala ganhou vida.
Com todo o material que já tínhamos equipámos a sala. Nas janelas para não tapar toda a vista e a luz pusemos pequenas casas. A lembrar a praia. Afinal vivemos junto ao mar!
Dum lado, a terapia ocupacional.
Mais tarde, com o tempo acertaremos com os terapeutas todos os pequenos detalhes que ainda faltam.
Do lado de fora para ninguém se enganar, a indicação adequada.
Ora digam lá se não ficou bonita!
Mas as paredes precisavam de cor e tratamento. Pedimos a um amigo pintor que nos arranjasse tinta. Nem regateámos a cor. Tivemos sorte. Um azul céu.
A Junta de freguesia deu-nos a mão de obra. E a sala ganhou vida.
Com todo o material que já tínhamos equipámos a sala. Nas janelas para não tapar toda a vista e a luz pusemos pequenas casas. A lembrar a praia. Afinal vivemos junto ao mar!
Dum lado, a terapia ocupacional.
Do outro a terapia da fala.
Mais tarde, com o tempo acertaremos com os terapeutas todos os pequenos detalhes que ainda faltam.
Do lado de fora para ninguém se enganar, a indicação adequada.
Ora digam lá se não ficou bonita!
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Diferentes tipos de autismo
O Autismo foi descrito pela primeira vez em 1943, pelo médico austríaco Leo Kanner, trabalhando no Johns Hopkins Hospital, em seu artigo Autistic disturbance of affective contact, na revista "Nervous Child", vol. 2, p. 217-250. No mesmo ano, o também austríaco Hans Asperger descreveu, em sua tese de doutorado, a psicopatia autista da infância. Embora ambos fossem austríacos, devido à II Guerra Mundial, não se conheciam.
A palavra "autismo" foi cunhada por Eugene Bleuler, em 1911, para descrever um sintoma da esquizofrenia, que definiu como sendo uma "fuga da realidade". Kanner e Asperger usaram a palavra para dar nome aos sintomas que observavam em seus pacientes.
O trabalho de Asperger só veio a se tornar conhecido nos anos 1970, quando a médica inglesa Lorna Wing traduziu seu trabalho para o inglês. Foi a partir daí que um tipo de autismo de alto desempenho passou a ser denominado síndrome de Asperger.
Nos anos 1950 e 1960, o psicólogo Bruno Bettelheim afirmou que a causa do autismo seria a indiferença da mãe, que denominou de "mãe-geladeira'". Nos anos 1970 essa teoria foi posta por terra e passou-se a pesquisar as causas do autismo. Hoje, acredita-se que o autismo esteja ligado a causas genéticas associadas a causas ambientais. Dentre possíveis causas ambientais, a contaminação por mercúrio tem sido apontada por militantes da causa do autismo como forte candidata, assim como problemas na gestação."
Veronica Bird
sábado, 10 de agosto de 2013
T.Jacket: jaqueta simula abraço para reduzir ansiedade de crianças autistas
A T-Ware, uma empresa de Singapura, desenvolveu uma jaqueta tecnológica capaz de simular um abraço e ajudar a reduzir a ansiedade em crianças autistas, a T.Jacket. O objetivo por trás da jaqueta é suprir a necessidade de contato físico das crianças com autismo mesmo quando estão longe de seus pais, reduzindo assim reações nervosas e de ansiedade.As informações são da Ubergizmo
A jaqueta é controlada remotamente pelos pais da criança através de um aplicativo exclusivo para smartphones e tablets. A T.Jacket é capaz de detectar sinais de agitação na criança e indica o momento em que ela precisa ser "abraçada", além da intensidade desse abraço. Ao ser acionada, pequenos balões de ar localizados na parte interna da jaqueta se inflam para simular o abraço.
Além de proporcionar o contato físico, a jaqueta também poderá diminuir os transtornos de aprendizagem. Crianças com autismo podem não reagir muito bem a novos ambientes, pessoas, sons altos e mudanças em sua rotina, o que compromete seriamente sua aprendizagem e desenvolvimento.
James Teh, criador da jaqueta tecnológica, acredita que a peça possa ser
usada também por adultos que necessitem de contato físico para
tratamentos terapêuticos. A T.Jacket já está disponível no mercado por
US$ 499 (R$ 1.151).
Matéria completa:canaltech.
Matéria completa:canaltech.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Acreditar. fonte de todas as possibilidades
(Obrigado à Letícia, ao Pedro e ao Roberto por estarem comigo nisso.
Obrigado a todos que fizeram este filme comigo (conheça cada um nos créditos do filme).
Assista em HD e ajude o mundo a conhecer essa história.
Texto, direção e fotografia // RENATO CABRAL
Locução // LEANDRO SOSI
Trilha sonora e mixagem // MAURÍCIO WINCKLER
Arranjo de cordas // GIORDANO PAGOTTI
Gravação cordas // RODRIGO NEPOMUCENO
Gravação locução // PAULO MENEZES
Masterização // BETO ROSA
Stead Cam e Slide // JOÃO MOTTA
Montagem // LUIS FELIPE PIMENTA
Edição e Finalização // FABRICIO SASSIOTO
Músicos // Maurício Winckler (violão, mandolin, banjo); Mara Paula (vocal); Thiago Calegari (baixo); Giovani Longo (percursão); Liliane Dias (violino); Bryan Marvean (violino); Gabriel Gonçalves (violoncelo); Brunno Thayer (violoncelo).
Tradução // LIVIA FERNANDES
Agradecimentos: Lara Stoque; Maria Bastos; Karoline Cordeiro; Alexandre Viera; Zagaia; Paula Bernardes;)
Método de Anat Baniel em Portugal

O workshop decorrerá nos dias 25 (final de tarde), 26 e 27 (pela manhã) de Outubro de 2013.
Local a divulgar.
Máximo de 40 pessoas podem fazer o workshop de sábado manhã.
O workshop será composto por:
- Sexta feira(fim de tarde) uma palestra para explicar em que consiste o método, toda a parte mais teórica e mais abrangente.
- Sábado pela manhã, o workshop onde se entrará na parte prática, com exercicios de movimento e como os efectuar (apenas podem assistir adultos).
- Sábado (tarde) e Domingo (manhã) consult as individuais com Juan Carlos Concha
Os preços são:
- Palestra (10€) - para associados da Vencer Autismo ou para quem efectuar também o workshop e consulta é grátis;
- Workshop (100€) - para associados da Vencer Autismo 80€;
- Consultas (70€) - para associados da VencerAutismo 50€ (esgotadas)
inscriçõesaqui
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
um livro escrito por quem sabe. as diferenças
Débora Araújo Seabra de Moura, de 32 anos, a primeira professora com síndrome de Down do Brasil, acaba de lançar um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como pano de fundo. O livro traz contos que se passam em uma fazenda e têm os animais como protagonistas. Eles lidam com problemas humanos como preconceito e rejeição, caso do sapo deficiente que não conseguia nadar, da galinha excluída do grupo por ser surda e do passarinho de asa quebrada que precisou ganhar a confiança dos outros bichos para poder voar com eles.
Com 32 páginas, a obra "Débora conta histórias" (Araguaia Infantil, R$ 34,90) estará à venda nas livrarias a partir desta segunda-feira (5). As ilustrações são de Bruna Assis Brasil.
A professora também usa os bichos para abordar a importância da tolerância, respeito e amizade. Uma das fábulas é sobre a discriminação que o pato sofria por não querer namorar outras patas, e sim, patos.
Em outra, Débora conta a história de amizade entre um cachorro e um papagaio. Alguns contos foram escritos baseados em situações vividas por ela. O texto da contracapa é do escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, João Ubaldo Ribeiro.
"Usei os animais, mas as histórias se encaixam aos humanos. É preciso respeitar e incluir todo mundo, aceitar as diferenças de cada um. Ainda existe preconceito", afirma Débora.
O livro nasceu em 2010, quando a jovem resolveu escrevê-lo para dar presente de Natal aos pais, o médico psiquiatra José Robério e a advogada Margarida Seabra. "Queria fazer uma surpresa, e eles ficaram felizes, adoraram a ideia."
Subscrever:
Comentários (Atom)

