quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A nossa quinta


Resolvemos fazer uma quinta para alojarmos os nossos animais que não tinham onde morar. Arranjámos um caixote que cortámos.


Cortámos pedacinhos de papel em dois tons de verde para colar na base e nos lados da quinta. Ficaria da cor da relva e pareceria um prado agradável para os nossos animais.


Colámos os pedacinhos cuidadosamente.


Depois das divisões feitas, pusémos as fotografias de cada animal na sua casinha para ninguém se enganar e podermos brincar à vontade. Já sabemos os sons que fazem todos os animais e reconhecêmo-los todos. Ah e também os conseguimos contar!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Autistas no mundo do trabalho

 
Curioso em saber como isto pode acontecer? veja o video aqui

Aplicativo ajuda no tratamento do autismo por meio da brincadeira

Banner_can

O autismo tem sido tema em pauta por conta de diversas pesquisas e casos que relatam características e soluções no tratamento do distúrbio. Pensando nisso, o projeto pernambucano Can Game visa proporcionar novas experiências no aprendizado e tratamento do autismo através da brincadeira e interação.
O software e aplicativo, desenvolvido pela Life Up, é uma ferramenta inovadora e facilitadora para os médicos que tratam do autismo O mesmo pode ser utilizado em residências, escolas e áreas comuns pelo paciente, sem qualquer constrangimento social, sendo acompanhado remotamente pelo médico o que vem a reduzir tempo e custo em relação ao tratamento.
Assim as diversas atividades do Can Game podem ser executadas junto à família e amigos com todo carinho e dedicação que a criança precisa, promovendo a seu desenvolvimento cognitivo social e autonomia social. A iniciativa é direcionada a crianças, jovens  e adultos com autismo que chegam a 70 milhões no mundo e 2 milhões no Brasil.
O projeto venceu a categoria Arquitetura do Prêmio Brasil Criativo, iniciativa da ProjectHub com chancela do Ministério da Cultura e patrocínio da 3M, que se tornou oficialmente a premiação da criatividade brasileira.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Como são os seus olhos?


Vê este rapazinho? Vê o que ele está a fazer? Como vemos o que ele está a fazer depende das lentes com que o vemos. Por exemplo, se tirar esta foto no dia seguinte a um diagnóstico de autismo, muita gente abanará a cabeça: -“Tão triste”. -“É uma pena”. –“Como podemos reduzir este comportamento?”
Tire a mesma foto no dia anterior ao do diagnóstico e as pessoas vê-lo-ão de forma diferente. –“Que giro!”. –“Vejam lá o Sr. Construtor!”. –“Uau, ele tem um sentido de equilíbrio muito maior que o do meu filho”.
Em experiências, quando são mostradas a alunos de psicologia pessoas “normais”, em vídeo, (e é-lhes dito que têm diagnósticos), os alunos encontram todo o tipo de coisas “erradas” nestas pessoas.
Quando vemos as pessoas através de lentes baças, muitas vezes vemos nevoeiro.
Quando vemos as nossas crianças através de lentes cor-de-rosa, isso permite-nos ver a beleza de cada pétala.


Raun K. Kaufman

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A nossa caixinha de inverno


Como ajudar seu filho a enfrentar o medo?

Para que as crianças se tornem indivíduos independentes e seguros, elas precisam encarar seus temores. E o apoio dos pais é fundamental nesse desafio.

Os pais precisam transmitir segurança a seus filhos, aceitando seus medos e encorajando-os a enfrentá-los. 
Medo todo mundo tem, não importa a idade. E é bom que seja assim. Sem esse sentimento, não desenvolveríamos a noção de perigo e o estado de alerta que nos salva de enrascadas. O medo faz parte de nosso instinto de sobrevivência, por isso o experimentamos desde muito cedo. No caso dos pequenos, o temor está relacionado à construção de autonomia. Surge quando a criança se vê como desencadeadora de acontecimentos. Ela começa a aprender a dimensionar os perigos, a se proteger e a cuidar de si mesma. "Esse é o aspecto saudável do medo. Ele só se torna um problema quando fica exagerado", afirma Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

O fato de ser algo natural, que faz parte do desenvolvimento infantil, não significa que o medo deva ser ignorado ou subestimado. Achar graça dos medos infantis ou simplesmente dizer para a criança que ela não tem motivo para ter medo, não ajuda em nada. Pelo contrário, pode até aumentar a angústia dos pequenos. Para que a criança aprenda a lidar de maneira saudável com seus receios, o papel dos pais é fundamental. Eles precisam transmitir segurança a seus filhos, aceitando seus medos e encorajando-os a enfrentá-los.

"Os pais devem fortalecer o diálogo e permitir que os filhos expressem seus temores", diz Susana Orio, psicóloga clínica e coordenadora da unidade infantil do colégio Madre Alix, em São Paulo. Ela explica que os adultos devem buscar explicações sinceras para as inseguranças dos filhos e, às vezes, até embarcar na fantasia para apresentar soluções que convençam os pequenos.

Sentir medo faz parte do desenvolvimento infantil. As crianças podem demonstrar temores diferentes de acordo com suas vivências, seu temperamento e até a influência de sua família, mas alguns receios costumam surgir com mais frequência em certas fases. Confira abaixo os medos mais comuns em cada idade e também dicas de como ajudar seu filho a superá-los.
Veja a seguir respostas para as dúvidas mais comuns dos pais na hora de ajudar os filhos a lidar com o medo.
em Educar para Crescer 

a deficiência vista pelos olhos duma criança